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A Sabedoria das Escolhas nas Dívidas

4 de maio de 2018

Você está endividado? Quer se livrar das dívidas?

Sabia que com a cultura do cartão de crédito, tomar emprestado nos dias de hoje está cada vez mais fácil e comum.

Mas o que Deus em sua Palavra, diz sobre isso?

A Bíblia faz a menção de muitas pessoas que fizeram escolhas erradas e passaram por dor e humilhação, tudo isso para que tenhamos a propensão de não praticar os mesmos erros.

Em 2 Reis 4.1-7, lemos a respeito de um desses grandes erros, cometido por um indivíduo cujo nome não é citado. A história começa com esta sentença comovente:

“Certo dia, a mulher de um dos discípulos dos profetas foi falar a Eliseu: “Teu servo, meu marido, morreu, e tu sabes que ele temia o Senhor. Mas agora veio um  credor que está querendo levar meus dois filhos como escravos.”

Vemos que nesta história o principal culpado não é a viúva, nem seus filhos, nem o credor impiedoso. A pessoa responsável por essa situação horrível é na verdade o marido falecido da mulher.

Tal circunstância é um pesadelo para qualquer mãe. Aqui temos uma viúva indefesa e vulnerável, sem dinheiro e com dois filhos para cuidar. enquanto ela luta para sobreviver, os credores estão à sua porta, exigindo seus filhos como pagamento pelas dívidas de seu falecido marido.

Provérbios 22.7 diz que “quem toma emprestado é escravo de quem empresta”. Vemos que isso acontece literalmente nessa história, já que os filhos correm o risco de se tornarem servos do credor. Pense numa situação estressante dessa mulher! Terrível, né!

A Bíblia não diz o nome do falecido marido, mas sabemos algumas coisas sobre ele. Em primeiro lugar, sabemos que ele temia o Senhor. De fato, ele era “discípulo dos profetas”. Isso serve para lembrar que até homens cristãos e piedosos podem cometer erros financeiros.

Segundo, sabemos que ele não deixou nenhum negócio ou patrimônio financeiro que pudesse ser vendido para pagar a dívida. isso parece indicar que ele não desperdiçava dinheiro. Possivelmente ele havia pedido dinheiro emprestado para atender às necessidades de sua família durante um dos períodos de fome que ocorreram em seu tempos, por isso não é certo julgar sua motivações. Não cabe a nós fazermos isso. Porém, justificadas ou não, as dívidas deixadas por ele colocaram a viúva e seus filhos em uma situação precária.

A CULTURA DE DÍVIDAS

Nas gerações passadas, a falta de pagamento de um empréstimo poderia colocar o endividado na prisão, por isso as pessoas tinham medo da dívidas. Hoje, no Brasil, apenas o não pagamento de pensão alimentícia, em alguns casos, pode, eventualmente, causar isso.

Com o uso dos cartões de crédito, as pessoas começaram a mudar de atitude. Gradualmente, a nossa sociedade passou da aceitação do uso da dívida até a virtual aceitação dela. Hoje, os consumidores compram casas, carros, mensalidades de faculdades, férias ou até pizza endividando-se, sabia?

Uma vez que a dependência das dívidas tornou-se um estilo de vida, torna-se difícil evitar o excesso de empréstimos. A dívida é frequentemente a primeira opção considerada para fazer uma compra.

AS CONSEQUÊNCIAS

Acontece que quem faz dívida pega emprestado do amanhã para pagar pelo dia de hoje. Simples assim. Quando decidimos nos apoiar no futuro em lugar de esperar em Deus, interferimos em Sua maneira de suprir as nossas necessidades. Embora não seja pecado pegar dinheiro emprestado (sim, sabiam?), é pecado pegar emprestado e sabendo que não conseguirá pagar.

Salmo 37.21 afirma: “O ímpio toma emprestado e não paga; mas o justo se compadece e dá”.

O que ocorre é que o alto custo das dívidas pode ser mensurado de 4 maneiras:

  1. Custo com juros : as taxas de juros de crédito ao consumidor são muito altas. Na maioria dos casos é muito mais econômico comprar à vista.
  2. Custos emocionais: o endividamento gera muito estresse. Em algumas pesquisas recentes, soldados na ativa consideraram problemas financeiros mais estressantes do que a experiência em combate. Incrível!
  3. Custos de relacionamento: o endividamento destrói reputações, sociedades, oportunidades de negócios, casamentos e amizades.
  4. Custos espirituais: a dívida com frequência inibe a nossa liberdade de seguir a vontade de Deus. Quando estamos atolados em dívidas, não somos totalmente livres para responder às orientações de Deus. Perdemos oportunidades de servir aos propósitos de Deus quando temos dois senhores.

COMO SE LIVRAR DA ARMADILHA DO ENDIVIDAMENTO

Começamos falando da história da viúva, Deus, em sua misericórdia, proveu uma rota de escape para esta viúva indefesa e seus filhos amados. Temos muito a aprender com essa experiência, descrita nos versículos de 2Reis 4. 2-7.

Vejamos o que aconteceu.

Em primeiro lugar, a viúva pediu ajuda ao homem de Deus. Este foi um sinal de sua dependência de Deus e de sua benignidade. Deus respondeu à sua oração dando a ela um plano, com a vasilha de azeite que tinha em casa. Logo estava usando algo que ela tinha para provar a provisão milagrosa de Deus.

Em segundo, a viuva teve que obedecer e fazer a sua parte, antes de Deus agir.

Embora dissesse que não tinha nada, teve que se desfazer fielmente do pouco que já tinha.

Terceiro, a viúva teve que trabalhar para vender este azeite. Deus não encheu suas jarras com dinheiro. Ele honra nossos esforços quando trabalhamos.

Quarto, Deus proveu com abundância para que a viúva pudesse pagar suas dívidas, livrar seus filhos e sobreviver ao seu futuro incerto.

Quando buscamos a Deus em primeiro lugar e somos obedientes a Sua direção podemos ver que Ele demonstra sua benignidade da maneira mais impossível quando mais precisamos.

Se você está endividado clame ao Senhor por um plano (Busque ao Reino em primeiro lugar) e não deixe jamais de seguir Seus princípios e orientações.

Estamos aqui para te ajudar nessa missão!

 

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